sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Sala de aula invertida

A sala de aula invertida é um método onde o aluno estudo os conteúdos em casa e só depois vão para a sala de aula tirar duvidas, resolver exercícios caracterizando como na escola é onde se faz as "lições de casa".
O objetivo desse tipo de aula é inovar, ter aulas menos expositivas, mais produtivas, participativas, usar o horário para aproveitar mais do conhecimento do professor, já que em uma sala de aula convencional o professor pode ser apenas passando matéria no quadro e o aluno um mero expectador. Assim esse tipo de método pode dar mais autonomia ao aluno, mais participação e mais interesse.
Para implementar esse tipo de método não é necessário todas as aulas serem assim, pode-se usar em algumas aulas e aos poucos ir aumentando, principalmente professores que estão começando a usar esse tipo de aula é aconselhável começar gradativamente. 
O professor pode no começo sofrer uma represaria dos alunos que podem querem mais aulas expositivas e também podem não gostar de ter que estudar em casa, mesmo que no método tradicional isso já se é esperado. Porém as pesquisas feitas de comparação desse método e do tradicional mostram que há sempre ganho da metodologia da sala invertida perante o método tradicional independente da disciplina.
Com esse método aumenta-se a presença dos alunos, a participação, as notas e também eleva-se o papel do professor.
Para o estudo em casa, os alunos contam com recursos como vídeos, textos, áudio, games, entre outros.
A partir dessa perspectiva nos foi solicitado criar um vídeo que poderia ser usado em uma metodologia de sala invertida. Eu e minha colega da disciplina a Larissa usamos os conceitos de reações químicas para fazer um pequeno vídeo que poderia ser usado para introdução do conceito em casa e na sala de aula o professor já poderia passar exercícios de memorização para que só de olhar os alunos saibam qual tipo de reação é.


Laboratórios Didáticos Virtuais


Um laboratório virtual utilizada de simulações computacionais para visualizar fenômenos que são realizados em laboratórios reais, podendo assim interagir e manipular um fenômeno como se estivesse fazendo a prática em um laboratório físico.
Esses tipos de laboratórios usam mais do visual para mostrar os fenômenos estudados.  Esse tipo de laboratório é bem interessante para pessoas que estudam onde não há acesso a um laboratórios real e também para se rever alguma pratica que foi realizada no laboratório.
Laboratórios desenvolve habilidades sociais e colaborativas nos alunos, e também estudos mostram que estudantes que são mediados pela tecnologia precisam de um terço a menos.
A utilização de recursos computacionais é uma estratégia didática que minimiza a deficiência encontrada na maioria das escolas.
Ao propor uma atividade com um laboratório didático virtual Salvador Hurtado que contém experimentos tanto de Física como de Química.
Sendo assim usando do experimento pHmetro desse laboratório Virtual seria proposto as seguintes atividades:
- O professor daria um introdução sobre o conceito de pH, o que é uma substancia ácida e uma básica, como é uma escala de pH e o que significa uma substancia ter um certo valor de pH.
- Questionar sobre substancias que usamos no dia-a-dia e pelo valor do pH delas dizer se é ácida ou básica.
- Confeccionar uma tabela de pH em uma cartolina. 
- E apos o conceito de pH e escala de pH está bem construído utilizar do laboratório virtual chamado "pHmetro"
- Os alunos deveram observar  pH de cada tipo de substancias ácidas, bases etc e ver se estabelece conexão com a escala de pH criada em sala. Observar também se a concentração das substancias altera o pH das mesmas.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Mundos Virtuais e Realidade 3D

Com a ideia de simular o mundo real os Mundos virtuais em 3D foram bem popularizados com o Second Life. Como a área da educação tem como ser bem dinâmica e ir sempre de encontro com novas práticas que aproximem bem do mundo de cada geração de alunos os mundos virtuais não ficaram de fora. 
Esses mundos seduzem as pessoas com a ideia de liberdade, dentro deles você pode ser quem quiser e fazer coisas que no mundo real você não teria coragem ou entraria em sérios problemas. Nesses mundos os membros podem construir objetos, modificar a sua própria aparência, cultivar relações sociais, numa palavra, criar a própria vida com poucas limitações
Nesta perspectiva foi proposto que nos alunos utilizarmos algum mundo virtual, explora-se ele.
Eu escolhi OpenSim que destaca-se por ser um servidor gratuito de um mundo virtual, permitindo a criação de um ambiente similar ao Second Life, mas que ainda é pouco popular. Esse mundo virtual é um conjunto de servidores distribuídos que podem ter o seu código fonte modificado sem nenhuma restrição. A partir da instalação do servidor pode-se acessar o mundo virtual por softwares clientes como o Hippo ou até mesmo o cliente do Second Life. . É usado para criar um ambiente virtual (ou um mundo) que poderá ser acessado por vários usuários através de uma rede (local ou internet). Hoje o OpenSim possui uma grande comunidade de usuário. Grupos de discussão e criação como o simtk, opensim creations e a própria comunidade do OpenSim oferecem tutoriais e resolução de problemas. Com isso, mesmo sendo um projeto aberto, existe um grande suporte por parte dos próprios usuários.
Segue um vídeo que mostra um mundo virtual criado no OpenSim que é um laboratório de química. 
Algumas imagens de mundos virtuais criados no OpenSim:



Comunicação Alternativa


A comunicação alternativa (CA) é uma área da comunicação assistiva para ampliar a habilidade de comunicação e é destinada a pessoas sem fala ou sem escrita funcional. Esse tipo de comunicação pode ser compensatória permanente ou temporariamente, para pessoas om dificuldade na comunicação. 
Esse tipo de comunicação também recebe o nome de Comunicação Ampliada e Alternativa CAA, e Comunicação Suplementar e Alternativa CSA.
Para se construir um recurso de comunicação alternativa usa-se de pranchas de comunicação e cartões de comunicação que contém sistemas de símbolos gráficos, que usando imagens que apresentam características comuns entre si. 
No Brasil usa-se as PCS (Símbolos de comunicação Pictórica)  que  possui como características desenhos simples e claros, de fácil reconhecimento e adequados para usuários de qualquer idade, facilmente combináveis com outras figuras e fotos para a criação de recursos de comunicação individualizados, extremamente úteis para criação de atividades educacionais.
Exemplo de uma prancha de comunicação com PCS:
Pelo projeto Amplisoft é possível confeccionar pranchas de comunicação.

O nosso desafio desta aula na disciplina de tecnologia da educação era criar um prancha com um conceito de nossa área. Como sou da Química usei o conceito da lei de Lavoisier para fazer a prancha. O conceito foi o de "Em uma reação química em um recipiente fechado a soma das massas dos reagentes é igual a soma das massas dos produtos."
Sendo assim segue a prancha realizada:

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Aplicativos


A tecnologia esta tão presente em nosso dia-a-dia que cada vez mais ela se faz presente nas salas de aula também. Hoje se quisermos saber sobre qualquer assunto basta ter acesso a internet que achamos muito conteúdo sobre o que estamos procurando, se estivermos com um celular a busca é mais rápida e em qualquer lugar.
Em uma sala de aula o uso de celulares e outros tipos dispositivos moveis ajudam a inovar e criar mais autonomia para os alunos, pois nesses tipo de uso para sala de aula o aluno é totalmente ativo.
Nesse contexto os aplicativos veem para auxiliar o uso dos celulares em sala de aula, já que hoje em dia há aplicativos para praticamente tudo, e criar um também vem se tornando algo simples.
Esse tipo de forma de ensinar vem para mudar a historia de que celular em sala de aula só atrapalha e que não é possível usa-los pois os alunos podem dispersar muito.
É preciso constante intermediação dos educadores para garantir um bom uso dos aplicativos. A utilização deve ser feita de forma contextualizada com o conteúdo que se está trabalhando. Ao invés de pedir para um aluno desenhar um cartaz sobre um determinado tema, pode usar um aplicativo para desenvolver algo interessante que ele possa colocar nas redes sociais, para ser curtido pelos seus amigos.
Em uma de nossas aulas na disciplina de tecnologias da educação foi-se pedido para criar  um aplicativo que usaríamos se estivéssemos dando aula no ensino médio. Isso foi um desafio pois nunca tinha feito algo do tipo, mas ao mesmo tempo foi bem interessante conhecer uma das plataformas que realiza aplicativos tranquilamente, e aprendi também que essa tarefa demanda tempo, paciência e criatividade.
O tema que eu escolhi veio do momento em que estava acompanhando uma sala de aula do primeiro ano do ensino médio e vi como eles tem dificuldade em fazer e entender o diagrama de Pauling, assim pensei em fazer um aplicativo que mostre como se é realizado esse diagrama pra que sempre que eles esquecerem olharem o aplicativo e lembrar como se realiza.




sábado, 12 de novembro de 2016

Redes Sociais na Educação


Uma das aulas mais interessantes que tivemos ao longo dessa disciplina foi a de rede sociais, já que elas já fazem parte de nosso dia-a-dia e também estão super próxima dos alunos, sendo assim uma forma de conseguir se aproximar do aluno e dar uma aula de forma que ele se interesse e ache legal e diferente.

Nos mesmo no curso de licenciatura usamos muito as redes sociais, seja para compartilho de material disponibilizado pelo professor, para avisos, ajuda em conteúdos e exercícios, etc, ou seja faz tão parte de nossas vidas que seriam difícil hoje em dia imaginar ficar sem elas.
Mas tudo tem um lado bom e um lado ruim, e os das redes sociais sempre é apontado o fato de que as pessoas preferem conversar com outras pessoas nessas redes do que com as pessoas que estão a sua volta. Nas escolas o grande desafio é fazer os alunos se interessarem pelos conteúdos como se interessam por tudo que está nessas redes, então usar elas na sala de uma é uma alternativa bem bacana para mostrar o grande potencial que elas tem.
Em nossa disciplina usamos da rede social Facebook para realizar a aula da semana e foi bem interessante.
No contexto educacional a grande dificuldade de muitos professores é que muitos não são familiarizados com as redes sociais e muitos nem gostam ou tem medo de utilizá-las pois acham que o alunos vão dispersar e não realizar as atividades. 
Já os alunos são considerados nativos digitais, ou seja, nasceram após 1990 e apresentam características como familiaridade com o computador e os recursos da internet e a capacidade de receberem informações rapidamente, processarem vários assuntos simultaneamente e desempenharem múltiplas tarefas. A maioria dos professores são "imigrantes digitais" caracterizando-os como pessoas que recorrem a Internet para buscar informação em segundo lugar, e não em um primeiro momento, ou em ler o manual de um programa ao invés de assumir que o próprio programa vai nos ensinar a usá-lo.
Nesta aula tivemos que escolher uma rede social e elaborar uma atividade didática com ela. Eu escolhi a rede Snapchat.

Snapchat é uma rede social que trás a proposta de contrariar a historia de que tudo que colocamos na internet fica eternizado. Esse aplicativo é muito utilizado por jovens de 14 a 24 anos. Nele você compartilha fotos, mensagens de texto e vídeos curtos. Porém, ele possui uma funcionalidade que é seu grande diferencial: todo conteúdo enviado se autodestrói após o recebimento.


Potencialidades e limitações do aplicativo na área da educação:



Potencialidades:

-O compartilhamento de fotos e pequenos vídeos;

- Postagens podem ser compartilhadas para de forma privada amigos que só poderão ver uma vez, depois o conteúdo se apaga, e para todos no "minha história" mas ficando apenas por 24 horas;

- Filtros divertidos para fotos que podem ser chamativos antes de enviar os vídeos;

-Uma das potencialidades dos vídeos com apenas 10 segundos é eles serem pontuais, pois com o pouco tempo a pessoa ou professor teriam que focar e planear exatamente o que vão falar pelo curto tempo o que evita os vídeos virarem mini palestras.

- Edição dos vídeos com efeitos;
- Pode ser usado para resumo de conteúdos de aula, dicas e avisos;
-A disseminação de conhecimento já que por meio do mesmo é possível a construção em uma linguagem mais informal de muitos exemplos práticos do cotidiano.

Limitações:
- A questão de tempo e destruição podem também ser uma limitação para o uso no ensino.
- Informe de Screemshots (é uma limitação social, talvez para o ensino seja algo bom pois o professor saberá se um aluno salvou a fotos)
- Não tem filtro, você pode postar qualquer coisa, sem restrições.
-Não há como salvar vídeos.
-Pouco seguro.

Snapchat na sala de aula:




O Snapchat vem sendo usado no âmbito escolar muito pelo fato dos adolescentes estarem ficando mais nele que em outras redes sociais, pelo fato de que se não entrar no outro dias as postagens á sumiram, com isso muitos professores estão utilizando a rede para aproximar dos alunos. Nos textos que procurei achei professores ensinando línguas estrangeiras, usado para estudos do Enem, dicas sobre aulas (as Snapdicas), desafios, chamadas para estudos, avisos sobre o conteúdo das próximas aulas, fotos de formulas, experiências etc.

Eu pensei em usar o aplicativo para um Caça-tesouro da Química com o tema de estequiometria. No aplicativo disponibilizaria o mapa do jogo e também pistas para se resolver os exercícios e assim descobrir qual o próximo destino no mapa. As questões propostas seriam de proporções e balanceamento. Ao se resolver corretamente avançava no jogo e ganhava uma pista nova.


Repositórios Educacionais

Na aula do dia 19/08 na turma de Tecnologias da educação estudamos o que seriam os Repositórios educacionais e aplicamos um deles em nossa turma.
Um repositório educacional seria como um banco de dados, onde ficam organizados e armazenados vários objetos educacionais, facilitando assim as buscas e também o conhecimento sobre vários desses objetos para serem utilizados em sala de aula.
Um desses repositórios é o Banco Internacional de Objetos Educacionais (BIOE) que disponibiliza vários objetos educacionais. Ele foi criado pelo Ministério da Educação em parceira com algumas instituições nacionais e internacionais.
Há vários outros repositórios educacionais, como o portal do professor, o Khan Academy, o Labvirt, ect, todos bem interessantes. Nessa aula minha equipe composta pelas alunas Elayne, Larissa e eu, optamos por usar o Bioe. Apos uma boa pesquisa encontramos o objeto educacional chamado "Investigação Química", nele utiliza-se do conteúdo de ácidos e bases e pH para desvendar algumas situações como se o aluno fosse um investigador
O software “Investigação Química” foi produzido pela Universidade Federal Fluminense, no Projeto Condigital, com apoio da Fundação Nacional de Desenvolvimento da Educação – Ministério da Educação e Cultura– Ministério da Ciência e Tecnologia.


Para aplicação desse objeto educacional criou-se o seguinte plano de aula:

Plano de Aula

Tema: Ácido e bases, e pH
Duração: 20 minutos
Turma: para alunos do 2º ano do Ensino médio
Objetivo: Revisar conteúdos de ácidos e bases e também de escala de pH.

Atividades:
- Primeiro se revisara os conteúdos de acido e bases e pH por meio de um resumo mostrado no data show.
- Após esse resumo utilizara-se de computadores para a realização das três fases do objeto educacional chamado "Investigação Química".
- A primeira atividade será a leitura das instruções do jogo.
-Após isso o aluno devera começar o jogo na fase um que com o indicador acido-base repolho-roxo devera descobrir qual o pH da substancia que está no frasco X.
- Apos descoberto o aluno devera ir pra segunda fase que os alunos deverão atribuir valores de pH para as substâncias listadas de acordo com a cor fornecida pelo indicador de pH.
- Conseguindo realizar essa atividade o aluno passa para terceira fase do jogo onde  as “janelas” iniciais anunciam a ocorrência e a necessidade da presença de um perito para coletar as evidências e transportá-las ao laboratório para análises.O jogo prossegue direcionado para as análises químicas que envolvemos conceitos ácido-base e é incluído também o conceito de transformações químicas.

Recursos: Data-show e computadores.
Avaliação: A avaliação se dera com o cumprimento das três fases do jogo.